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Coluna Do Investidor

Começar a Investir em Ações

Coluna do Investidor

Publicado

em

Arthur Lemos

Existem algumas coisas que ninguém te diz sobre investimentos.

Em média, o brasileiro aprendeu a não investir. Ou então, se aprendeu, era algo direcionado para a renda fixa. 

 Fato, a grande maioria dos brasileiros preferem deixar o dinheiro na poupança a considerar qualquer outro melhor tipo de investimento. 

 O cenário atual: a renda variável está cada vez mais atraente, com uma enorme entrada de capital e os juros extremamente baixos. 

 O que isso quer dizer? 

 Evidente que estamos diante um cenário em que a renda fixa não tem tanto retorno assim (muito embora isso não seja totalmente verdade). Mas, de fato, as pessoas vão ter que deixar o CDI. 

 Dito isso, considero que ainda estamos no começo desse movimento.  Tenho certeza de que você ainda será bombardeado recorrentemente pelo assunto “ações”. 

 Se não começou a investir na renda variável, talvez você vá começar em pouco tempo.  

 Se já começou, vamos torcer que você consiga reservar mais dinheiro para investir cada vez mais em ações. 

 É muito provável que a gente caminhe para um cenário no Brasil em que muita gente migrará para ações. 

 Pensando nisso, gostaria de compartilhar uma reflexão que faço sempre em minhas consultorias, na hora de montar uma carteira de investimentos e começar a investir na renda variável, quando desenvolvi um método para lidar com ações. 

 

 Existem duas maneiras de encarar ações e começar a investir: 

 Gestão passiva – você não escolhe diretamente seus investimentos, opta por um fundo de ações ou um fundo de índice (particularmente, prefiro os de índice); 

Gestão ativa – você não escolhe de olho fechado e, inclusive, não segue 100% da recomendação do seu gestor, gerente ou o que seja. 

 O ideal é que você entenda a cabeça do seu gestor para, aí sim, investir. Mas, vida real: muitas pessoas não têm nem esse tempo. 

 Até dá para fazer uma gestão ativa, com dedicação e tudo, mas se você não vai viver disso, esqueça. 

 Se não é um plano de longo prazo, você não terá tempo de executá-lo no dia a dia. Por isso, sou um grande defensor da gestão passiva. 

 Que fique muito claro aqui, quem compra ações não está fazendo gestão ativa necessariamente. 

 Se você estiver replicando um relatório que viu em alguma casa de análise ou apenas comprando ações e “torcendo”, isso é basicamente uma gestão passiva. 

 O fato é que essas coisas não são excludentes, você pode ter uma carteira com características majoritárias de gestão passiva e ainda ter um percentual de ativa. 

 Espero que essa breve mensagem tenha despertado o investidor de ações que existe em você. 

 Sigo torcendo pelo sucesso nos seus investimentos, 

 

Forte abraço,  

Arthur Lemos

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