Clarissa Tércio defende a família e questiona governo do estado

Um livro didático que está sendo utilizado pela rede pública estadual de ensino está causando polêmica por abordar a temática (gênero e sexualidade) com alunos do ensino médio. Criticado por vários pais, o livro chegou às mãos da candidata Clarissa Tércio (PSC) que resolveu gravar um vídeo sobre o assunto. “Fiquei horrorizada com o conteúdo do material, é vergonhoso. A instituição divina da família está sendo atacada por todos os lados, a sociedade está em crise. Vivemos um período de verdadeira perversão moral e, infelizmente, com apoio da grande mídia e patrocínio do Governo. Estão bombardeando nossos jovens e não podemos nos calar”, argumenta Clarissa.

Na agenda – Uma docente da rede estadual enviou um calendário para Clarissa, com os temas trabalhados pela Secretaria de Educação de Pernambuco em recente formação de professores. “Eu gostaria de perguntar ao Governador e ao Secretário de Educação do Estado, qual a finalidade de levar para sala de aula, de forma tendenciosa, essa temática de gênero e sexualidade até na disciplina de matemática? Como gestores, será que não lembram que o termo ‘ideologia de gênero’ foi banido dos planos estaduais e municipais de educação e provocou protestos em plenários das câmaras e assembleias legislativas por todo Brasil? Mesmo assim, a pasta responsável pela educação estadual vai continuar contrariando a decisão legislativa? O governo seguirá tentando driblar a Lei e prejudicar as famílias de Pernambuco? Se for eleita em outubro, pretendo pessoalmente, fiscalizar o critério de escolha dos livros didáticos para rede estadual”, afirma Clarissa que concorre a uma vaga para Deputada Estadual.

Denúncia – Em outro posicionamento contundente, Clarissa foi uma das primeiras vozes a denunciar a exibição da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, que seria interpretada por um transexual no papel de Jesus e estava na programação oficial do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Sua postagem viralizou nas redes sociais obtendo mais de um milhão de visualizações no Facebook. “Logo que tivemos a informação da peça, eu e meu esposo gravamos um vídeo como forma de repúdio mostrando nossa indignação. O alerta foi feito e nós tivemos apoio de vários líderes religiosos na época. Saímos também em defesa do posicionamento do prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PTB), que teve coragem de enfrentar o Governo e dizer ‘NÃO’ a exibição da peça na Cidade. Bom saber que existe um exército de pessoas tementes a Deus e que também defendem a família”, destaca Clarissa.

Festival do “INFERNO” – A luta ganhou contornos épicos após posicionamento do MPPE que chegou a pedir a reinclusão da peça no Festival. “Nosso Jesus é Rei, não é rainha. Isso é uma aberração, uma profanação. Saímos conclamando a união do povo de Deus e defensores da família contra esse absurdo, essa blasfêmia, esse desrespeito de apoiar esse ato criminoso que chega a vilipendiar (ultrajar, menosprezar) um ato ou objeto de culto religioso. Uma vergonha para nosso Estado. Esse ano, o evento tradicional organizado pela Secretaria de Cultura do Estado e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), foi batizado, pela própria população de Garanhuns, como Festival do ‘INFERNO’”, lembra Clarissa.

Mais polêmica – Ainda no mesmo FIG, uma cantora nacional, assumidamente lésbica, chegou a invocar demônios no momento que criticava a retirada da peça. Outro cantor transformista também fez referência a peça durante sua apresentação e declarou que “Jesus era travesti e transexual”. Clarissa não ficou em cima do muro e mais uma vez se posicionou: “duas cenas escandalosas divulgadas para todo País. É revoltante saber que os cachês desses artistas foram pagos com dinheiro público, dinheiro dos nossos impostos, via incentivo da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco. Em defesa da família, quero ser Deputada Estadual para lutar por respeito, pelo direito de todo cidadão de defender convicções e também discordar de posicionamentos. A maioria da população pernambucana é cristã e conservadora. Não podemos admitir que um grupo minoritário ouse profanar o nome de Jesus em praça pública”.

Davi x Golias – Clarissa chegou a viajar até Garanhuns para acompanhar de perto os desdobramentos da batalha. E a pressão parece ter dado resultado. No final, a peça não foi exibida em Garanhuns. “Foi uma vitória de Davi contra o gigante Golias. Somos Davizinhos e continuaremos dizendo: Família acima de tudo. Deus acima de todos”, vibra ela.