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A Comunidade do marketing

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Alguém aqui já ouviu falar em Marketing de Comunidade? Quando eu falo o termo “comunidade”, o que vem de imediato em sua mente? Faz algum sentindo dentro da sua cabeça esse termo estar inserido no marketing? Se você está completamente confuso, calma, pois hoje vamos simplificar mais essa ferramenta!


Que tal começarmos pelo princípio básico, compreendendo o termo “comunidade”, para então clarearmos nossas ideias e, depois, adentrarmos no que de fato é Marketing de Comunidade? Sei que vocês curtem quando sou direta e prática, então simbora no estilo Rapha Barros de ser!
Comunidade é exatamente o que você sabe sobre ela: a ideia de que existe um “grupo” de pessoas que compartilham de alguns interesses e não necessariamente concordam em tudo. Os integrantes desse grupo tendem a ter comportamentos e ideias similares, defendendo isso de maneira conjunta.


O Marketing de Comunidade também é isso. Mas, trazendo para a linguagem técnica da coisa, trata-se de uma ferramenta para trazer o consumidor para ainda mais perto. Ou seja, é uma estratégia utilizada para “estreitar laços” com o seu público, só que dessa vez não é voltada para captura de novos clientes, e sim direcionada para os clientes que já consomem a sua marca. “Peraí, Rapha, que agora tu deu um nó danado aqui na minha cabeça. Explica mais!”.


Digamos que eu tenha uma empresa e que ela já possua um certo público consumidor. Até aí ok, nenhuma novidade. Então, decido que quero tornar o meu cliente (já consumidor) ainda mais íntimo da minha marca. Isso faz com que ele, por amar e se identificar tanto com o meu produto/serviço, naturalmente se torne um defensor do que a minha empresa oferece.


É uma estratégia de marketing que gera uma comunidade de pessoas que serão defensoras da sua marca, e esse elo será gerado por meio da conexão emocional desenvolvida entre marca e cliente. As comunidades, dentro do marketing, são aqueles grupos de pessoas que publicamente declaram o seu amor pela marca. Essas pessoas se sentem honradas em proliferar (positivamente) – onde quer que estejam – a sua marca, mesmo sem receber sequer um tostão por isso!


Logo, é com esse tipo de ferramenta e estratégia que conseguimos ganhar espaço na mente do nosso público-alvo e, a partir disso, criamos uma comunidade de “interesses” comuns e que, de forma natural, o nosso próprio cliente passa a divulgar a nossa marca. Não é genial?!


Então, no resumo do resumo, o foco é fazer o seu cliente se apaixonar pela sua marca! Estreite o elo e crie uma relação de sentimento entre vocês. Vá além do simples ato da venda comercial. Seja você o canal direto com o seu cliente. Por fim, mais uma vez insisto, aprenda a agregar valor ao que você vende.

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